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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

História do significado das flores

A linguagem das flores teve origem no Oriente e chegou ao Ocidente na Idade Média, quando, poucas eram as pessoas que sabiam ler e escrever. A partir dessa data, desenvolveu-se gradualmente e atingiu um grande êxito durante a época Vitoriana em Inglaterra. Nessa altura, como alternativa aos arranjos naturais, eram enviados cartões com mensagens florais, principalmente quando não era possível encontrar certas flores. Tinha significados diferentes se as flores eram enviadas com ou sem folhas, com ou sem espinhos. Um botão de rosa com folhas e espinhos, por exemplo indicava, «Tenho medo mas também esperança», uma rosa sem espinhos «Creio poder ter esperança», e uma rosa sem folhas sugeria «Tenho tudo a recear».A rosa era considerada a flor de Vénus. Em todo o mundo acredita-se que as flores escondem segredos ocultos. No Oriente ,é frequente um rebento florido substituir uma mensagem escrita. Assim, não será surpreendente que certas flores associadas ao amor sejam escolhidas.


Significado das flores

Acácia - amizade
Anémona - perseverança
Angélica - harmonia ,união e paz
Antúrio - luxo, autoridade e exuberância
Begónia - cordialidade
Camélia - delicadeza, pureza, estima, admiração e romantismo
Cravo - amizade, simpatia e respeito
Crisântemo - longevidade
Cíclame - sentimentos duradouros
Flor de laranjeira - fertilidade e pureza
Gardénia - sinceridade dos sentimentos, admiradores secretos
Gerânio - sentimentos contraditórios
Hera - fidelidade
Hortênsia - frieza, inconstância
Íris - boas notícias, mensagens agradáveis
Jacinto - doçura
Jasmim - simpatia
Junquilho - afeição e melancolia
Lavanda - lealdade e sinceridade
Lilás - emoções e amizade
Lírio - pureza, inocência é também um amuleto do amor
Liz - harmonia e desejo de criação
Malmequer - dor, sofrimento e desejo de uma afeição correspondida
Margarida - alegria ,simplicidade e fidelidade
Mimosa - amor platónico
Miosótis - recordação eterna
Narciso - indiferença e egoísmo
Nenúfar - frieza
Orquídea - requinte, classe, distinção, fervor e ambição
Palma - dedicação, devoção e grande amizade
Petúnia - alguém está zangada consigo
Tulipa - vaidade ,beleza, amor forte mas inconstante
Trevo - incertezas
Violeta - perseverança, humildade, amor escondido e modéstia


Significado das Cores das Flores

Cravo branco –amor puroCravo vermelho - amor ardenteDália rosa - delicadezaJacinto amarelo - falsidadeJacinto branco - doçura Lilás branco- inocênciaLírio azul - constânciaLírio branco - discriçãoLírio amarelo - desenganoMargarida branca - esquecer passadoRosa amarelas - alegria, liberdade e prazer

Rosa azul - ternura
Rosa brancas - reverência, segredo, inocência, pureza ,paz e amizade
Rosa coral - entusiasmo e desejo
Rosa cor de rosa claro - gentileza
Rosa cor de rosa escuro - gratidão e agradecimento
Rosa champanhe - admiração e simpatia
Rosa vermelhas - amor, paixão, respeito, adoração e coragem
Rosa vermelhas com brancas - harmonia ,humildade, compromisso ou noivado
Rosa vermelhas com amarelas - felicidade
Rosa coloridas em tons claros - amizade e solidariedade
Rosa coloridas, predominando as vermelhas - amor e felicidade
Túlipa amarela - amor sem esperança
Túlipa vermelha - declaração de amor
Violeta branca - promessas
Violeta violeta - pudor


Obtido em Os 7 Elementos
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quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Tupã o Infinito e a Perfeição

Mito indígena da criação.


No início de todas as coisas, Tupã criou o infinito cheio de beleza e perfeição. Povoou de seres luminosos o vasto céu e as alturas celestes, onde está seu reino.

Criou então, a formosa deusa Jaci, a Lua, para ser a Rainha da Noite e trazer suavidade e encanto para a vida dos homens. Mais tarde, ele mesmo sucumbe ao seu feitiço e a toma como esposa. Jaci era irmã de Iara, a deusa dos lagos serenos.

Criou ainda, o forte deus Guaraci, deus do Sol, irmão de Jaci, o qual dá vida a todas as criaturas e preside o Dia.

Fez nascer também Icatú, o belo deus. Formou um lugar de delícias para os bons e um lugar tenebroso para os maus. Neste lugar vagam as almas sem vida e os espíritos dos guerreiros sem glórias ou fugidos das tribos. Tupã, após uma batalha, lançou para este lugar sombrio, seu temível e poderoso inimigo Anhangá. deus dos Infernos, chamando estes lugares de regiões infernais. Juntamente com este impiedoso deus, à este mundo subterrâneo também forma dirigidos: o jurupari que ficou conhecido como mensageiro deste deus cruel; Tice, que tornou-se esposa do deus das trevas; Xandoré (ave falconídea), o deus do ódio; Caramuru e o Boto; Abaçaí e Guandiro e muitos angás. Este era o reino do pavor, do ódio, da dor e da vingança.

No alto dos céus, sentado em seu trono, Tupã criou milhares de criaturas celestes que executavam suas ordens e o louvavam. Fez nascer sobre os verdejantes mares os Sete Espíritos e os gênios que sob as ordens do Boto deus dos abismos dos mares, governavam os oceanos e habitavam na sagrada Loca, que é a habitação dos deuses marinhos no fundo das águas.

Criou Pirarucú, deus do mal e deu vida ao alegre Curupira, deus protetor das florestas. Do
mesmo modo, nasceram as Sete Deusas:

Guaipira, a deusa da história

Pice a deusa da poesia

Biaça, a deusa da astronomia

Açutí, a deusa da escrita

Arapé, a deusa da dança

Graçaí, a deusa da eloqüência

Piná. a deusa da simpatia

Depois criou para a alimentação dos deuses, o divino Ticuanga, o bolo feito de massa de óleos e outras iguarias deliciosas para alimentar e deleitar os imortais. Mandou em seguida, preparar o sagrado Tapicurí, o vinho dos sacros deuses e Tamaquaré, a fina essência aromática usada pelos Senhores da Eternidade. Estabeleceu as horas, os minutos e os segundos. Fixou as estações e as mutações. Deu uma forma estável e regular ao Universo e instituiu o Nadir e o Zênite. Fez nascer a reciprocidade e criou:

Catú, o deus outonal

Mutin, o deus da primavera

Peurê, o senhor do verão

Nhará, que preside o inverno

Criou também Tainacam, a deusa das constelações. Igualmente deu vida as Tiriricas, as deusas da raiva, do ódio e da vingança. Colocou nas densas florestas o Caapora, deus vingativo, protetor das casas e dos animais e lhe deu o feroz porco caitetú, sobre o qual cavalgava o temido deus, protegendo os filhotes dos animais. Criou Aruanã, o deus da alegria e protetor dos Carajás e faz germinar no norte do Brasil as ricas e belas carnaubeiras, chamadas de árvores da vida.

Para concluir sua obra, Tupã veio ao mundo e fez o homem e deu-lhe como companheira a mulher e logo eles se multiplicaram e encheram toda a terra. O poderoso deus tomou então das suas criaturas e ensinou-lhes a arte de tirar do seio da terra, ricos legumes e frutas, trabalhar com barro e argila e do férreo Ubiratã, fazerem as mais fortes lanças e armas de guerra. Depois transmitiu aos homens todo o conhecimento sobre os remédios para todas as doenças. Finalmente, ensinou-lhes as artes que tornam a vida mais suave a amena. Abençoou o sagrado Ibiapaba, Monte Sagrado dos Deuses Brasileiros e nele permitiu a permanência das Parajás, do bondoso Inoquiué, das Parés, de Solfã e de outros deuses imortais. Até ele próprio lá comparecia, vez por outra.

Alegres viviam os homens, felizes cresciam as crianças. Todos os deuses gloriosos e imortais amavam-nos e davam-lhes formosos e ricos rebanhos de capivaras, pacas e cabras. Ao morrerem, os homens não sofriam, pois mergulhavam em doce sono, seus corpos voltavam à terra e suas almas subiam aos céus. A vida proporcionava todo o bem imaginável. A terra era fértil e produzia-lhes todas as árvores frutíferas que precisavam. Se algum mortal faltava com a veneração dos imortais, entretanto, era duramente castigado. Os deuses reuniam-se em assembléia na Monte Ibiapaba e enviavam as mensagens aos homens pelo alegre Curupira, o qual, possui os calcanhares para diante, os dedos para traz e habita as floresta, castigando todo aquele a destrói ou incendeia e é mais célebre do que Polo, o deus do vento.

Mas, eis que um dia, Anhangá, cheio de inveja, transformado numa bela e astuta jararaca gigante, soprou no ouvido dos homens a maldade e ainda que os outros deuses protetores vagassem em torno deles para ajudá-los, nada conseguiram. Então começaram os homens a serem dominados por grande ambição e as Parajás, deusas do bem, da honra e da justiça, que eram inseparáveis, envolveram o corpo com brancas plumas e abandonaram os mortais, voltando para junto dos deuses eternos e a escura deusa Sumá (deusa inimiga dos homens), envolvida em negra manta, feita de cipó chumbo, vagou pela terra, espalhando ódio e discórdia. Deste modo os maus sentimentos ganharam o mundo e os mortais tiveram o conhecimento do mal, da injustiça e amaram mais a maldade do que as belas virtudes.

No alto dos céus, com os outros deuses, Tupã dominava, desde o começo dos tempos e numa grande batalha, vencera o cruel deus Anhangá, senhor dos infernos e seu irmão, o deus Xandoré.

Com o seu poder, Tupã aprisionou o deus do ódio na sagrada serra do Ibiapaba. Algum tempo depois, ele foi solto por Jururá-Açu a bela imortal. Por castigo, Tupã, fez nascer nas costas desta deusa uma espécie de concha, e cobriu-lhe o corpo todo como uma cor amarelada e Jururá-Açu transformou-se na feia e horrível tartaruga que habita as águas doces dos rios. Assim, pode Tupã se gloriar de ter vencido todos os que se opunham à ele.

Mas agora Tupã arrependeu-se de ter criado os homens! Voltou ele então à Ibiapaba e se reuniu em assembléia com os imortais. Depois de muita discussão, chegaram à um consenso que deveriam destruir a terra e todos os homens.

Já Caramurú, deus que presidia as faíscas e as ondas revoltas dos grandes oceanos, por ordem do Conselho Divino, queria derramar sobre a terra os seus raios e curiscos, mas o deus do trovão decidiu que a terra deveria ser engolida pelas águas da chuva.

Desta forma, Polo aprisionou os ventos na forte e gigante palmeira ubuçú, mo Monte Araçatuba. Boto desceu à terra, convocou todos os grandes e pequenos rios e Iara, raivosa, ordenou as fontes e as chuvas que caíssem abundantemente durante quarenta dias e noites, sem cessar.
Os Sete Espíritos dos grandes oceanos por ordem do Boto, atiraram para a terra seca, bravias ondas dos mares e fortes aguaceiros despencaram dos céus. As janelas celestes se abriram e as plantações dos Tupis quedaram-se sob o peso das águas e da tempestade. As águas invadiram toda a terra levando com elas as ocas, as tabas, as árvores e os templos. Os animais se debatiam nas ondas. Tribos numerosas eram engolidas pela inundação e os que escapavam das águas, morriam nas alturas dos montes por determinação de Tupã.

Quando Tupã olhou para a terra, viu o mundo submerso em águas mortas e apenas um casal de homens reverentes para com os eternos, contemplava os céus: Açu e Pirá. Neste instante o senhor dos mundos, fez baixar as águas e surgiram novamente as montanhas, a planície e a terra seca.

Açu olhou a sua volta e viu tudo mergulhado no silêncio da morte. As lágrimas começaram a molhar sua face, quando perguntou a Pirá:

- Somente nós não sucumbimos no cataclismo, o que faremos sós e abandonados nesta imensidão?

Os dois suplicaram entre salgadas lágrimas que a meiga e doce deusa Caupé para que os ajudassem a recuperar toda a geração morta Ouvindo tais súplicas a deusa desceu e falou-lhes:

- Olhai três vezes para os céus e dizei: descobrimo-nos perante vós deuses imortais, curvamos as nossas cabeças perante vossas ordens. Depois, tomai grande porção de areia e atirai para o alto.

Não hesitando um só momento em executar os tais ensinamentos da deusa e mal atiraram os grãos de areia, viram que deles surgiram imagens, formas humanas. E, desse modo, com o auxílio divino, nasceram milhares de homens e mulheres e essa geração humana vindo de um só ramo Tupi, encheu todo o lendário Brasil.

Depois de algum tempo, Açú e Pirá tiveram um filho, Tujubá, o ascendente dos tupinambás. Os filhos deste foram: Arumã, o herói, Moema, Taparica, que foi pai de Paraguassú, Irapuã, Tibiriça que foi pai de Bartira, esposa do guaraciaba (João Ramalho), fundador de Piratininga, Tamará, Jucuré o semi mortal, Icundi, e o belo Gunzá, Araribóia, o valente, Taparica, o invencível, Paumá, o navegador, Inhampuambuçu, o vingativo, Poti, o guerreiro e Mendicapuba e a formosa Agniná.

Amor, Paz e Luz!
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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

ERVAS PARA PROTEÇÃO CONTRA ENERGIAS NEGATIVAS..



            Não dá para nos livramos de toda a inveja do mundo e nem de toda a inveja que há em nossa própria personalidade. Poucos podem fazer também contra a inveja que o outro tem da gente, afinal, quem sente a inveja é o outro e só ele pode administrar esse sentimento. Porém, podemos melhorar nossa auto-estima, passando a emanar amor, e um sentimento de bem estar, atraindo a admiração e o respeito das pessoas.
            Mas, enquanto não conseguimos realizar toda esta transmutação energética, podemos ir usando as ervas, que a Mãe-Natureza tão generosamente nos oferece, para irmos nos protegendo. É claro, que mais uma vez é importante enfatizar que só isso não é o suficiente e que a verdadeira proteção vem de dentro, a partir do autoconhecimento e da auto estima, porém, podemos utilizar as ervas para irmos elevando nossas vibrações, criando um campo energético de proteção ao nosso redor. Seguem algumas dicas:

ALECRIM: Uma das versões do conto "A bela Adormecida" diz que a Bela Adormecida foi acordada pelo príncipe com um ramo de alecrim. Os gregos usavam coroas de alecrim em festas, como símbolo da imortalidade. Por isso, usa-se o alecrim para afastar olho gordo. É também a erva da juventude eterna, do amor, amizade e alegria de viver.
Se colocada debaixo do travesseiro afasta maus sonhos.
É uma erva que tonifica as pessoas e os ambientes. É considerado também um poderoso estimulante natural, favorecendo as atividades mentais, estudos e trabalho. Favorece e fortifica o ânimo e vitalidade das pessoas. No ambiente, agindo em conjunto com arruda, "segura" as energias de inveja, mau-olhado e fofocas. Pode ser usada no vasinho ou queimada seca na forma de defumação. Pode-se tomar banhos fazendo uma infusão com a erva.

ARRUDA E CÂNFORA: Usadas desde a antiguidade para proteger as pessoas do mau olhado, no século XVI deram origem a uma história curiosa: quando morriam em Londres 7.000 pessoas por semana com a peste, e as casas atingidas eram marcadas com uma cruz vermelha, alguns ladrões não se incomodavam, entravam para roubar e não eram atingidos pela peste. O motivo: um famoso vinagre, dos quais um dos principais componentes era a arruda, num galão de vinagre de vinho junto com a sálvia, losna, menta, alecrim e lavanda, temperadas com alho, cânfora, noz moscada, cravo e canela, constituindo um poderoso antisséptico. Essa mistura ficou conhecida como o vinagre dos quatro ladrões.

ARRUDA: é umas das ervas mais poderosas para combater inveja e olho-gordo. A arruda já era conhecida e usada na antiga Grécia e Roma. Foi popularizada no Brasil pelas escravas na época na colonização. Quando colocada num ambiente, além de proteger, emite vibrações de prosperidade e entusiasmo. Podemos ter sempre um galho de arruda junto ao corpo para reter as energias negativas. Não deve ser ingerida.

CÂNFORA: limpa ambientes carregados. Pode ser usada em pastilhas no potinho com álcool ou na forma de incenso.

PATCHOULY: Desperta a intuição, e forças para defesa contra energia negativa. Pode ser usado em óleo essencial no difusor ou na forma de incenso.

SÁLVIA: Para os romanos era erva sagrada, cuja colheita era cercada de rituais. A crendice popular dá conta de que é uma das ervas das feiticeiras, já que protege contra feitiços. É também usada para compor o vaso das sete ervas de proteção. Ainda segundo a crença popular, toda pessoa deve ter um pé de sálvia plantado em casa, mas nunca pelo próprio dono da casa, é melhor pedir para alguém de fora. Dormir com folhas de sálvia sob o travesseiro torna os sonhos realidade. Pode ser usada no vasinho ou pode-se queimar a erva seca e usar como defumador. Pode-se tomar banhos fazendo uma infusão com a erva.

GUINÉ: em um ambiente tem o poder de criar um "campo de força" de proteção, bloqueando as energias negativas e emitindo vibrações otimistas. Atrai sorte e felicidade. Cria uma energia de bem-estar nos ambientes. Usada no vasinho.

COMIGO-NINGUÉM-PODE: o nome da erva já diz tudo. Afasta e quebra todas as energias negativas dos ambientes. Em uso conjunto com espada de São Jorge quebra feitiços, magia e mau-olhado. Além deste superpoderes é uma planta muito bonita para qualquer ambiente. Para ser usada em vasos maiores. Nunca deve ser ingerida.

ESPADA DE SÃO JORGE: por causa de suas folhas pontudas é facilmente associada ao poder de cortar as energias negativas, a inveja, olho-gordo, magia, etc. Alguns dizem que espanta os maus espíritos. Ao cortar as energias negativas, a erva atrai coragem e prosperidade. Para ser usada em vasos maiores, ou plantada em floreiras na frente da casa.

MANJERICÃO: Além do delicioso sabor que passa como tempero da cozinha italiana, o manjericão, quando exposto num ambiente, tem a propriedade de acalmar e trazer paz de espírito a todos. Ao acalmar as tensões, afastamos os pensamentos negativos e nuvens negras. Usado em vasinhos. Pode-se tomar banhos, fazendo uma infusão da erva.

PIMENTEIRA: esta planta combate as energias pesadas e ariscas. É uma planta de vibração estimulante, afrodisíaca, tonificante e atrai boas energias para o amor. Usa-se em vasinhos.

VASO COM 7 ERVAS: Poderosos amuleto contra inveja. Pode se feito pela própria pessoa ou comprado em lojas esotéricas.  Composto por: arruda, guiné, comigo-ninguém-pode, espada-de-são-jorge, alecrim, manjericão, pimenteira.

SAL GROSSO: retira do ambiente as energias negativas, absorvendo-as. Deve ser renovado sempre, para que não volte a emanar a energia de volta para o ambiente. Pode ser usado em amuletos como vasinhos com sal grosso e pimentinha, velas de sal grosso. Pode ser usado em banhos, diluído em água, jogado no corpo do pescoço para baixo. Após o banho de sal grosso, sempre tomar um banho com alguma erva, para repor as energias, pois o sal descarrega a aura. Pode ser um banho com um chá (coado e morno) feito de alecrim ou sálvia.



POR:  LUCIANA MARTINS é psicóloga, especializada em astrologia e terapias complementares. Trabalha com terapia floral, reiki, reflexologia, aconselhamento astrológico, acupuntura auricular e terapia vibracional.

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domingo, 4 de março de 2012

12 MANEIRAS DE JOGAR ENERGIA FORA.........

12 MANEIRAS DE JOGAR ENERGIA FORA

Por Vera Caballero

Todas as vezes que escrevo sobre energias, mais precisamente sobre o relacionamento energético entre os seres humanos, recebo dezenas de mensagens de leitores reclamando e pedindo soluções para o roubo de energia. Essas pessoas sempre apontam colegas de trabalho, familiares, amigos e determinados locais como os responsáveis pela sua debilidade energética. Não posso negar que realmente existem pessoas complicadas e ambientes não muito agradáveis.
Hoje chamaremos a atenção de vocês para alguns aspectos importantes. Por mais que existam pessoas desequilibradas e difíceis nós é que somos responsáveis pelas nossas energias e cabe a cada um de nós preservá-la e administrá-la da melhor forma possível. Existem “receitinhas”, orações, banhos, cristais e um arsenal de proteção, que são válidos e eficientes até um certo ponto. Porque aquele que não assume a responsabilidade por suas venturas e desventuras sempre estará vulnerável às energias ao seu redor.
Sabe por que o outro rouba a sua energia? Porque você deixa a porta aberta!!! E depois ainda diz que a culpa é do outro… Para ajudar a refletir, fiz uma listagem de doze atitudes (e olhe que a lista é imensa!) que gastam uma tremenda energia vital. Uma vez desvitalizado e sem proteção fica fácil para qualquer um chegar perto e perturbar seu equilíbrio. Use esta listagem também para pensar porque a prosperidade às vezes passa longe de você. A energia que seria usada para atrair o bem, a felicidade, o amor, o dinheiro acaba sendo gasta de forma inadequada. Confira a listagem e veja o que precisa ser modificado em sua vida!

1. A falta de cuidado com o corpo e hábitos errados

Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer sempre são colocados em segundo plano. A correria da vida diária e a competitividade das grandes cidades faz com que acabemos negligenciando aspectos básicos para a manutenção de nossa saúde energética. Quando a saúde física está comprometida, a aura se ressente, ficando menor e menos brilhante, comprometendo nosso sistema de defesa energético. Os exercícios físicos são sempre úteis por nos ajudar a movimentar e eliminar as energias estáticas. As pessoas que são dependentes químicos apresentam verdadeiros rombos na aura e isso as predispõe a toda sorte de assédios espirituais e vampirismo energético.

2. Pensamentos obsessivos

Pensar gasta energia e todos nós sabemos disso: ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho corporal. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos e esse é, aliás, um mal do homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando muita energia. Pensamos tanto que não sobra vitalidade para tomar uma atitude concreta e, o pior, alimentamos ainda mais o conflito.
Devemos não só estar atentos ao volume de pensamentos, mas também à qualidade deles.Pensamentos positivos, éticos e elevados nos recarregam, ao passo que a negatividade e pessimismo consomem energia e atraem mais negatividade para nossas vidas. Observe: pensando você conseguiu resolver o problema? Quase sempre a resposta é ‘não’. Então, mude de atitude.
Relaxe, use uma música suave e entregue o problema para o universo resolver. Mesmo que isso aconteça apenas por alguns poucos minutos. Durante esse tempo sua mente estará descansando. Quando a mente silencia, permite que sua intuição, seu anjo da guarda, Deus, Eu Superior ou o que você acreditar, converse com você e lhe traga inspiração e criatividade  e isso se reverte em mais energia. Os meus alunos têm semanalmente 2 horas para fazer isso, o resultado é muito bom. Que privilégio, não?!!!!

3.  Sentimentos tóxicos

Se você sofre um choque emocional ou sente uma raiva intensa, pode estar certo, até o final do dia estará simplesmente esgotado energeticamente. Juntamente com a raiva você queimou altas doses de sua energia pessoal. Imagine agora um ser que nutre ressentimentos e mágoas, às vezes durante anos seguidos. De onde você acha que vem o combustível para alimentar esses sentimentos tão densos? Não é à toa que muitas dessas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas, afinal, a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade está sendo gasta na manutenção de sentimentos negativos.
Medo gasta energia, culpa também, já a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos e elevados, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima e principalmente a alegria e bom humor recarregam nossa energia e nos dão força para empreender projetos e superar obstáculos.

4. Fugir do presente

Onde eu coloco a minha atenção aí coloco a minha energia. É tendência freqüente do ser humano achar que no passado as coisas eram mais fáceis: ‘bons tempos aqueles!”. Tanto os saudosistas, que se apegam aos prazeres do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas e desatinos de tempos atrás, estão colocando suas energias no passado.
Por outro lado temos os sonhadores ou aqueles que vivem numa eterna expectativa do futuro, depositando nele sua felicidade e realização. Viver no tempo passado ou futuro faz com que sobre pouca ou nenhuma energia no tempo presente. E é somente no presente que você constrói sua vida. O passado e o futuro dependem unicamente do seu momento presente. Aquele que vive sempre no tempo errado não tem em mãos uma dose de energia suficiente para se proteger das energias e locais densos.

5. Falta de perdão

Perdoar significa soltar. Soltar ressentimentos, mágoas, culpas. Soltar o que aconteceu e olhar somente para a frente e viver o presente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos e gastamos menos energia alimentando feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres e abertos para a felicidade. Aquele que não sabe perdoar os outros e a si mesmo, fica ‘energeticamente obeso’, carregando fardos do passado e isso requer muita energia.

6. Mentira pessoal

Todos nós mentimos ao longo de nossas vidas e sabemos quanta energia é gasta posteriormente para sustentar a mentira e, quase sempre, acabamos sendo pegos. Imagine agora quando ‘você é a mentira’. Quanta energia gastamos para sustentar caras, poses, desempenhos que não são autênticos!!! Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos. A mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, a mártir, o intelectual, a lista é enorme. Quando somos nós mesmos a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço. O mesmo não é válido quando queremos desempenhar um papel que não é o nosso.

7. Viver a vida do outro

Ninguém vive só, através dos relacionamentos interpessoais evoluímos e nos realizamos. Mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio que traz senso de limite e respeito por si e pelo espaço do outro nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, será a frustração. Quandointerferimos na vida alheia, nos misturamos com o carma negativo do outro e trazemos isso para nossa vida.

8. Bagunça e projetos inacabados

A bagunça afeta de forma muito negativa as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque bem legal para os períodos confusos é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa, os documentos e tudo o que mereça uma boa faxina. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem a mente e o coração. Pode não resolver o problema, mas nos ajuda bastante e traz um grande alívio.
Outra forma bem eficiente de perder energia é não terminar tarefas. Todas as vezes, por exemplo, que você vê aquela blusa de tricô que não concluiu, ela lhe diz inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou! E isso gasta uma energia tremenda! Ou você termina definitivamente a blusa ou livre-se dela e assuma que não vai terminá-la. O importante é tomar uma atitude.
O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da determinação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão tempo e energia.
E lembre-se, bagunça e sujeira são ótimas moradas para energias densas e desarmoniosas.

9. Afastamento da Natureza

A Natureza é nossa maior fonte de alimento energético e, além de nutrir, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energias.
A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais. Procure, sempre que possível, estar junto à Natureza. Você também pode trazê-la para dentro de sua casa ou local de trabalho. Além de um ótimo recurso decorativo, as plantas humanizam os ambientes, nos acalmam e absorvem as energias negativas e poluentes.

10. Preguiça, negligência

E falta de objetivos na vida. Esse ítem não requer muitas explicações: negligência com a sua vida denota também negligência com seus dons e potenciais e, principalmente, com sua energia vital. Aquilo do que você não cuida, alguém vem e leva embora. O resultado: mais preguiça, moleza, sono….

11. Fanatismo

Passa um ventinho: “Ai meu Deus!!!! Tem energia ruim aqui!!!” Alguém olha para você: “Oh! Céus, ela está morrendo de inveja de mim!!!” Enfim, tudo é espírito ruim, tudo é energia do mal, tudo é coisa do outro mundo. Essas pessoas fanáticas e sugestionáveis também adoram seguir “mestres e gurus” e depositar neles a responsabilidade por seu destino e felicidade. É fácil, fácil manipular gente assim e não só em termos de energia, mas também em relação à conta bancária!

12.  Falta de aceitação

Pessoas revoltadas com a vida e consigo mesmas, que não aceitam suas vidas como elas são, que rejeitam e fazem pouco caso daquilo que têm. Esses indivíduos vivem em constante conflito e fora do seu eixo. E, por não valorizarem e não tomarem posse dos seus tesouros – porque todos nós temos dádivas – são facilmente ‘roubáveis’.
O importante é aprender a aceitar e agradecer tudo o que temos (não confundir com acomodação). Quando você agradece e aceita fica em estado vibracional tão positivo que a intuição e a criatividade são despertadas. Surgem, então, as possibilidades de transformar a vida para melhor!

Vera Caballero é  Professora de Yoga, numeróloga, terapeuta floral, reiki master, massoterapeuta, ministra cursos e palestras sobre Bioenergias. Para entrar em contato, escreva para: contentamento@ig.com.br – Site: Alma Serena
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

O SERINGUEIRO E O PANEMA.........

Os mistérios da floresta vêm sendo estudados há centenas de anos por pesquisadores, estudiosos, mas de longe, muito longe, estão difíceis de serem decifrados seus enigmas. Entre eles está o panema, cujo sintoma está mais para uma maldição na vida de seringueiros que caçam e pescam para alimentar as famílias. Panema é uma palavra de origem tupi para coisa ruim. Os sintomas são falta de ânimo, azar, má pontaria, cansaço, preguiça. Para evitar o panema o seringueiro deve tomar uma série de cuidados.

Para evitar que um caçador pegue o terrível panema, as mulheres não podem pegar nas armas de caça nem varrer a casa, quando o caçador vai sair para caçar. Quando estão grávidas ou menstruadas são tidas também como panema. Todos os preconceitos se originam do mito de que a caça é uma atividade masculina. Mulher pescar menstruada nem pensar. Dizem que quando pescam menstruadas atraem o boto que fica rodeando o barco e algumas vezes chegando a alagá-lo.

Muitos caçadores entram na mata imitando o animal que querem caçar e para tanto usam técnicas especiais para que não sejam percebidos por suas presas. Eles sabem que estão sujeitos a vários ataques de animais ferozes na forma de acidentes naturais e também na forma de ataques mágicos. Quando o caçador retorna para casa com o animal que matou para alimentar a família, é preciso todo um tratamento especial na transformação da carne em comida. Caso o animal seja tratado por uma mulher grávida ou menstruada, o caçador pega o panema. O tratamento desse problema é mais difícil do que se imagina.

Muitos seringueiros com panema colocam o sumo de uma folha chamada churrô nos olhos para enxergar melhor na mata e acertar a caça. O cipó do churrô também pode ser usado para fazer defumação, usando o tipi (planta) e pêlos de porco, veado, anta e outras caças. Misturam tudo, colocam pimenta e fazem uma fogueira. O caçador, seus instrumentos e o cão de caça permanecem por longo tempo na fumaça. Além da defumação, para tirar panema, usam o pião roxo. Com ele a mulher bate no homem, proporcionando-lhe mais sorte na caçada.


O homem da mata também usa a urtiga (folha) e a formiga tucandeira para acabar com o panema. A urtiga é aplicada nos braços dos homens antes de sair para a caçada. No caso da tucandeira, a formiga serve para um teste. Se o caçador que for picado não sonhar com o sucesso na caçada seguinte está com panema.

Existe ainda o tratamento do panema com tiros. O caçador ao encontrar na mata uma espécie de palmeira chamada paxiúba, deve observar se ela está barriguda, isto é, esteticamente ela apresenta uma saliência muito parecida com uma mulher grávida. Ele deve dar um tiro na barriga da palmeira. Esse método, entretanto, tem conseqüência: se o responsável pelo panema do caçador for uma mulher grávida, com certeza ela sofrerá aborto. É preciso muito cuidado.

Índios da Amazônia também reconhecem o panema. Para acabar com o problema os indígenas usam a secreção de uma rã conhecida por eles como sapo Kambô, considerado um animal mágico da floresta. Além do panema, a secreção do Kambô é utilizada também no combate à preguiça, mal-estar, úlceras, tuberculose e outras doenças.

Pelo sim, pelo não, panema não existe somente na floresta, está presente também nas selvas de pedra. Só que o tratamento, no considerado mundo civilizado, é outro, bem diferente.


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