quinta-feira, 4 de outubro de 2012

A Liberdade Satânica...........



Liberdade Wallpaper
 
Por Cornelius Barbatus
2011 e.v. (XLVI Anno Satanas)
 
Liberdade é uma palavra muito cara aos satanistas. Talvez, junto com a indulgência, seja o termo mais forte quando nos vem à cabeça a palavra satanismo, pois liberdade é sinônimo de satanismo.
Ser satanista é ansiar por sua liberdade e mais ainda, saber conquistá-la, com sabedoria e determinação.
O satanista é aquele que se liberta serenamente das coisas e das pessoas que são inúteis a ele. Para que termos que nos culpar por nos sentirmos (e de fato, sermos) diferentes dos demais nesta sociedade em que vivemos? Devemos respeitar nosso verdadeiro jeito de ser e deixar fluir nossa própria natureza especial.
A liberdade deve chegar naturalmente ao satanista, adequando-se a cada situação em que for vivendo. Aceitamos o curso normal da vida e procuramos resolver nossos problemas sem reprimir nossas vontades.
Liberdade para nós é, sobretudo, a liberdade individual, questão de aprendizagem do uso de nossa experiência de vida. Quanto mais o indivíduo tiver certeza do que quer e coragem de dizer não, com decisões firmes e sem arrependimentos, mais estará compreendendo o que é liberdade. Isso serve para suas próprias decisões na busca de um objetivo. Essa afirmação tem grande aplicação na prática mágica, onde é requisito básico para o sucesso que o indivíduo esteja decidido sobre o que almeja, cônscio de seus objetivos na execução de um ritual, não havendo espaço nem para a indecisão momentânea, nem para o arrependimento posterior.
Assim, não deve o satanista ter receio de ser ele mesmo e sacrificar sua liberdade pelos outros, cabendo aqui um alerta sobre determinadas correntes políticas e de pensamento que recriminam esta postura e insistem no contrário: os satanistas não devem se submeter a seu dogma coletivista, medíocre e repressor!
A liberdade satânica demanda responsabilidade. Para os satanistas nenhum conceito de liberdade escapa ao exercício responsável dessa dádiva. Sabemos de nossas responsabilidades e que uma vivência epicurista pautada no desfrute equilibrado é muito mais produtiva, por isso mesmo, não abrimos mão de julgar os demais de acordo a nossos princípios e vivências. A defesa de nossos interesses e da liberdade que tanto conquistamos e que pela qual zelamos contra aqueles que ousarem retirá-la, é ponto pacífico em nossa filosofia.
Liberdade é uma palavra bonita para muitos, sendo constantemente usada em nossa sociedade em um sentido coletivo, como um grande fetiche político, social e cultural, quase sempre impraticável e abstrato. Já a liberdade satânica é mais realista, pragmática e cognoscível. Ela é concreta e realizável, realizações das quais somos capazes e não abrimos mão em hipótese alguma.
Quantos estão preparados para gozarem de sua vida em liberdade, individualidade e com responsabilidade?
Viva a liberdade satânica e a majestade dos satanistas!

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Energia Reiki - Mitos e Discernimento........

Energia Reiki - Mitos e Discernimento



Mensagem de 2004 na Voadores, revisada e ampliada em Set/2006
Por Lázaro Freire

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O ReiKi em si é um ótimo sistema de cura, acessível e didático, que não requer grandes preparos especiais dos aplicadores. Compreendo que tenha uma função evolutiva no momento espiritual do ocidente. 

Vou além: a popularização do Reiki ajudou a questionar as exageradas obrigações doutrinário-religiosas impostas a médiuns de outros sistemas. Antes, estes eram obrigados a engolir anos de evangelização imposta, apenas porque desejar - ou PRECISAR - doar energias de cura, em amor, como ensinado por todos os grandes Mestres do planeta.

Mas se vejo o PRINCÍPIO do Reiki como positivo, infelizmente há em grande número um "reiki® fast-food" que se baseia mais em "ouvi falar" do que em discernimento. Não é culpa da técnica, nem da egrégora Reiki original. Mas este reiki, inicialmente comércio, para muitos se tornou uma nova religião - e pior, sem a espiritualidade que normalmente acompanha as religiões.

A maioria dos "cursos" por aí são de um fim de semana, sem maior compromisso, e o que "ensinam" de bioenergias, chakras, auras, nadis, kundalini, sintonia, passes, técnicas, mudança consciencial, ética, sabedoria, meridianos, etc é muito superficial - quando não ausente. O interesse passou a ser, em muitos casos, comercial.

Assim, é importante avaliarmos COM DISCERNIMENTO alguns dos mitos sobre o Reiki e seus princípios de funcionamento que tanto ouvimos por aí:



MITO: A "energia reiki" jamais faz mal a alguem e independente da conduta espiritual do reikiano. 

Não é bem assim. Discernir é simples, como veremos a seguir. Mas contra isso há uma arrogância quase religiosa de alguns reikianos, movida às vezes por interesses ou ego. 

Não existe "energia reiki". A energia é uma só, modulada por diversas técnicas, e assumindo as características do meio. E o passista, ainda que reikiano, também é um desses meios - e a influencia, sim. 

A conduta de qualquer pessoa influencia as bioenergias de qualquer outra com a qual ela se acople auricamente. Mesmo se uma técnica usasse uma nova modalidade de energia, recém descoberta no universo (e não uma modulação diferente de outra), AINDA ASSIM as demais energias anímicas do aplicador TAMBÉM estariam passando, sem parar.

Se a pessoa é espiritualista, e acredita em consciências extra-físicas, há outra coisa fácil de perceber: não dá para deixar o
obsessor do reikiano nem do paciente fora da sala, só porque queremos aplicar uma energia supostamente "especial". Obsessores são universalistas e democráticos, se acoplam em qualquer um, sem ligar para a "linha" da pessoa. Ou seja, se o passista (reikiano ou não) não cuida de sua conduta e sintonia, vai deixar o paciente MUITO pior.



MITO: A energia do Reiki é outra, "melhor", diferente das que quaisquer espiritualistas estudam.

Raros mestres de reiki tem noções adequadas de prana, apana, vyana,
udhana e samana; e suas diferenças. O que torna pouco provável uma correta compreensão do vyana, auto-regulador, envolvido na técnica "reiki".

Poucos ainda tem noções básicas de kundalini, envolvida no processo - e ainda assim saem fazendo "iniciações" (?) que lidam com ela, baseados em repetições ritualísticas do que aprenderam ou "ouviram dizer".



MITO: Quem aprende a técnica de sintonização torna-se um "Mestre" Reiki, ou um Mestre "de Si Mesmo" (?).

Nada contra o ReiKi - ao contrário, sou, digamos, "mestre reiki" em vários sistemas. Prefiro o termo "iniciador" ou "sintonizador" - mas, convenhamos, não vende tanto nem dá o mesmo status.

Acho muito bom haver uma técnica de aprendizado rápido, a qual as pessoas já conseguem sair praticando e ajudando após um único fim de semana. Embora seja evidente que isso traga as limitações de qualquer fast-food, as quais, DEVERIAM ser devidamente compensadas e complementadas em módulos posteriores.

Mas observem que, para alguém se dizer MESTRE em algo, lamento, precisaria estudar um pouco de muito mais. E não só estudar: Mestres discernem. Mestres são a expressão máxima da sabedoria, do discernimento, da conduta reta. Mestres conseguem transformar consciências com sua simples presença. Mestres transmitem, numa simples prática ou palavra de poder, "algo mais" do que simples resultados de ritos, ou pirotecnias bioenergéticas. Mestre compreender profundamente o consciente e inconsciente de cada um de seus discípulos, inclusive no transpessoal. E os acompanham, depois.

NENHUM mestre, nem mesmo o Usui, sairia dizendo que a conduta de seu
discípulo "tanto faz". É só pensar um pouco, muito pouco. E notaremos
que a maior parte dos "mestres reiki®" que temos por aí sequer acompanham seus iniciados. E boa parte não anda lá muito interessada em que as pessoas PENSEM, discirnam, os questionem. É mais comercial e prático criar um mito onde a sua própria responsabilidade é transferida de forma mágica para o universo "inteligente", espalhando também que a técnica que eles vendem é "melhor" - e, consequentemente, a do outro, pior.



MITO: Caráter, conduta e sintonia do Reikiano não afetam a aplicação.

Reiki, insisto, é muito prático e bom. Mas os melhores reikianos que já vi eram EXCELENTES pessoas, de conduta maravilhosa. Que já emanavam ótimas bioenergias antes do Reiki. Pessoas excelentes usando uma técnica excelente, conectados a uma egrégora também excelente. Adivinhem o resultado?

Agora imagine um fumante, carnívoro, ciumento, encrenqueiro, brigão e
que tenha bebido. Sem entrar no julgamento moral e discernimento de cada um desses atributos, é FATO que cada um deles altera, de alguma modo, as bioenergias, em sentido menos sutil. É claro que o que essa pessoa faz com seu corpo, psiquismo e sintonia espiritual afetará aqueles com quem cruzar. Imagine então um acoplamento de "cura" com um reikiano assim.

Precisamos SER a cura que desejamos levar.



MITO: O símbolo do Reiki é um bambo, exatamente porque somos apenas canais que não afetam a energia.

Ouvi alguns "justificando" que o símbolo do reiki seria um bambu, por este ser oco (?) e através dele a energia reiki passar, "provando" que o bambu seria um "simples instrumento".

Até onde sei, o símbolo do Reiki NÃO É um bambu. Alguém pode ter adotado este símbolo depois, mais para o mito que divulgava do que para a prática original, mas isso não significa que a energia passará por um bambu. 

Resumindo o princípio real do REI-->KI, a modulação de energia utilizada no Reiki envolve energia cósmica, fohat, REI, passando pelo nadi chitrini (que fica dentro do vraja, que fica dentro do sushumna), ativando kundalinicamente o muladhara (já é outra forma de energia), e acionando o KI do hara. Ou seja, REI (cósmica), KUNDALINI (telúrica) e KI (animica) estarão envolvidos no processo. Em um mecanismo como esse, é IMPOSSÍVEL a porção KI e KUNDALINI do aplicador não afetar de algum modo aquilo que teve como gatilho uma energia sutil.

Aliás, imagine um médium descontrolado kundalínica e sexualmente, possivelmente em processo de assédio, entrando em comunhão fortissima e quente via ReiKi com um paciente do sexo oposto, particularmente interessante e receptivo no momento. Ainda que de forma inconsciente, consegue ver o "resultado"?

O símbolo do Reiki mostra ideogramas kanji para Rei (energia cósmica) e para Ki (energia vital) reuinidas, exatamente falando da natureza energética acima explicada.

O bambu, por sua vez, é um conhecido símbolo de FLEXIBILIDADE, tanto no zen quanto no tao. Ele é o mole que se verga com o vento, e por isso resiste, ao contrário da árvore dura, seca e firme que se quebra. Se depois mestres bem ocidentais "adaptaram" o símbolo às lendas comerciais que criaram, transformaram Usui em cristão, trocaram o longo contexto iniciático por mero ritual de fim de semana, não é mais Reiki, é marketing. Mas o contato áurico ainda existe, e a conduta do reikiano continuará fazendo muita diferença naquilo que deseja passar.



MITO: Os símbolos ReiKi são secretos, e só podem ser revelados a "iniciados".

Na verdade, sequer o ChoKuRei e demais símbolos são do ReiKi, ou secretos. Eram simbolismos de uma vertente do budismo de Usui, que o ReiKi incorporou - antes de inventarem a internet e termos como saber da origem dos paradgimas. Evidentemente, não foram passados magicamente a Usui: há registros históricos anteriores do uso dos símbolos, inclusive onde Usui frequentava antes. A técnica é apenas como usar os velhos símbolos para cura, via iniciação.



MITO: Se um reikiano estiver embriagado, a energia reiki, independente de seu estado, irá fluir. 

Eu acrescento: E o bafo também, assim como os assediadores espirituais e seu campo psíquico e bioenergético COMPLETAMENTE turvo pelo lastimável estado de embriaguês.

Vários certamente já presenciaram a cena inconveniente: Em uma festa, alguém de porre lembra que é reikiano, e cisma que é capaz de "curar" os outros, diagnosticando quem está "passando mal" - em geral, de bebedeira também. E se alguém de bom senso pondera sobre sintonia, o "reikiano" começa um discurso sobre o reiki não ser afetado, falando de espiritualidade movido a embriaguez e fluidos densos, com direito a manipulação de energias e tudo. O curioso é que em geral não tem a espiritualidade tão "prática" assim quando está sóbrio. A clarividência fornece cenários espirituais, digamos, "curiosos", em casos de "cura" assim.



MITO: A energia reiki simplesmente existe independente das coisas.

A estes, recomendo estudar um pouco, seu reiki certamente se beneficiará... Na verdade, "REI" e "KI" já existiam bem antes do "Reiki", independente das técnicas. O ReiKi não inventou as energias.



MITO: A intencão do reikiano em passar o reiki, é que faz essa energia correr através das mãos. É como um "ON" "OFF".

Em termos. Não é BEM assim que FUNCIONA. Não é a intenção que faz correr, há um processo envolvido, relacionado com uma abertura kundalinica no chitrini, e a conexão a uma egrégora. E este egrégora, aliás, tem MUITO de espiritual.

Mas, para os que tem credo espiritualista, pondero que assim como há pseudo-mestres reiki no físico, há também consciências extra-físicas simpatizantes. Assim, acredito mesmo que um desencarnado pseudo-mestre Reiki possa atender a um reikiano bebado e desequilibrado também, na falta de uma conexão mais sutil. Especialmente se o tal pseudo-mestre desencarnou com essas crenças. Aliás, se crê que a energia da bebida não será passada mesmo para o paciente, é até provável que este espírito vampirize o reikiano, e ainda ache que está fazendo um favor à "inteligência" do princípio sutil. O paciente fica com a energia sutil, o espírito com a densa, e o reikiano sem nenhuma. Mas como o acoplamento é dos três, todos influenciam todos, e ainda ganham. 

Eu certamente não gostaria de tomar reiki com este. Outros, veja só, até pagam por ele.

Aos que tiverem oportunidade, recomendo meus cursos de passes, reiki e cura pranica comparados, com sistema "reikiano" de iniciação próprio e individual - justamente para o sintonizado "desconstruir" os princípios. 



MITO: Reiki é sempre bom, em qualquer circunstância.

Em termos. Se o princípio acelera a cura e cicatrização, aplicá-lo em um osso quebrado e fora do lugar pode comprometer a correta cicatrização. Diane Stein também relata sobre um dedo amputado que foi levado para cirurgia apenas uma hora depois, tendo recebido reiki durante o transporte. Os médicos não puderam reimplantar, alegando que o amputamento havia ocorrido no dia anterior, e que os dedo e/ou mão já estavam em um processo mais avançado de cicatrização.



MITO: Algumas pessoas podem utilizar o simbolo do reiki para fazer o mal, usando o símbolo, a distância.

Em termos. Emanar algo bom para alguém melhora a pessoa. Desconheço contra-indicações graves relacionadas aos símbolos usados no Reiki tradicional. Mas, como uma técnica de concentração de energia, deve ser usada com discernimento em caso de acúmulo de energia, onde seria mais adequada uma técnica de dispersão.

Fora do tradicional, é preciso compreender a egrégora de cada símbolo utilizado, e o mecanismo da transmissão. Há um caso envolvendo o Harth, um símbolo de Karuna Reiki, que teria prejudicado a mediunidade de alguém que estava sendo "ajudada" sem saber, por alguém de "boa intenção" - e sem discernimento. Por clarividência, notaram um escudo protetor acima do chakra coronário do médium, formado por pequenas pirâmides Harth. O objetivo do símbolo tem mesmo a ver com proteção, mas certamente uma sensitiva não queria ser "protegida à revelia" de seu contato com os planos sutis - pelo mesmo motivo óbvio pelo qual ninguém em sã consciência colocaria um filtro de sonhos no quarto quando tem pretensões de fazer viagens astrais.



MITO: O Reiki precisa ser cobrado. Tudo tem que ter trocas. Só se pode aplicar Reiki quando as pessoas nos dão algo em troca.

Lei de Talião aplicada à espiritualidade. Esse é um discurso de quem cobra caro. Se a energia é a do universo, e o reikiano acredita não fazer nada, porque deveria cobrar por ela? A resposta é simples: para ser ressarcido do alto valor que algum "mestre" lhe cobrou.

Por outro lado, o TEMPO é do reikiano. Se ele se dedica integralmente a isso, se pesquisa e investe nisso, se mantém espaços para este fim, é justo que possa viver e se alimentar, como em qualquer profissão.

O ideal nem é o exagero de alguns espíritas, onde quem doa ou dá um curso muitas vezes faz menos do que pode por não conseguir arcar com os prejuizos e custos operacionais, nem tampouco a justificativa pobre com fins claramente comerciais.

Se a pessoa elabora cursos de reiki, ou espíritas; se viaja para ministrar seus cursos; se pesquisa e se aprimora; se faz transparências e aluga salas para cursos ou atendimentos; notem que todos envolvidos cresceram, lucraram, evoluiram e mantiveram seu projeto de vida: a papelaria, a empresa de ônibus ou avião, o espaço que alugou a sala, a fábrica de computadores, o dono da parada em que o professor lanchou, a indústria que fez a roupa que usou para se apresentar bem...

Como sempre digo, a papelaria não dá descontos quando compramos tinta de impressora ou transparências para usar com "fins espirituais". Até mesmo quem fez o curso cresceu, de algum modo. É sem sentido exigir que justamente quem movimentou tudo isso não possa crescer, lucrar e evoluiur, apenas por seu tema (que lhe custou caro) ser supostamente "espiritual".

Mas notem que isso não justifica, por si só, o mercantilismo abusivo das iniciações, e MUITO MENOS o constante disseminar de inverdades prejudiciais, que seriam mitos quase religiosos, não fossem na verdade intenções escusas por mero apelo comercial.



Cure. Se cure. 
Em todos os aspectos.
SEJA a cura que deseja levar.


--
Lázaro Freire
lazarofreire@voadores.com.br
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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

PARE DE CARREGAR A MALA DOS OUTROS!...




PARE DE CARREGAR 
A MALA DOS OUTROS!
Por Marlene Damico Lamarco
Você acredita que carrega malas alheias?
Vamos fazer um exercício?

Como você reage quando seu filho não quer fazer a lição? Ou quando alguém não consegue arrumar a própria mala para a viagem de férias, perde a hora do trabalho com frequência, gasta mais do que ganha… e muitas coisinhas mais que vão fazendo você correr em desvario para tapar buracos que não criou e evitar problemas que não afetam sua vida diretamente?

Não afetam a sua vida, mas afetam a vida de pessoas queridas, então, você sai correndo e pega todas as malas que estão jogadas pelo caminho e as coloca no lombo (lombo aqui cai muito bem, fala a verdade) e a sua mala, que é a única que você tem a obrigação de carregar, fica lá, num canto qualquer da estação.

Repetindo, a sua mala, que é a única que você tem obrigação de carregar, fica lá jogada na estação!

Temos uma jornada e um propósito aqui neste planeta e quando perdemos o foco, passamos a executar os propósitos alheios.

A estrada é longa e o caminho muitas vezes nos esgota, pois o peso da carga que nós nos atribuímos não é proporcional à nossa capacidade, à nossa resistência e o esgotamento aparece de repente.

Esse é o primeiro toque que a vida nos dá, pois, quando o investimento não é proporcional ao retorno, ou seja, quando damos muito mais do que recebemos na vida, nos relacionamentos humanos ou profissionais, é porque certamente estamos carregando pesos desnecessários e inúteis.

Quando olhamos para um novo dia como se ele fosse mais um objetivo a cumprir, chegou a hora de parar para rever o que estamos fazendo com o nosso precioso tempo. O peso e o cansaço nos tornam insensíveis à beleza da vida e acabamos racionalizando o que deveria ser sacralizado.

É o peso da mala que nos deixa assim empedernido.

Quanto ela pesa?

Quanto sofrimento carregamos inutilmente, mágoa, preocupação, controle, ansiedade, excesso de zelo, tudo o que exaure a nossa energia vital.

E o medo, o que ele faz com a gente e quanta coisa ele cria que muitas vezes só existe dentro da nossa cabeça?

Sabe que às vezes temos tanto medo de olhar para a própria vida que preferimos tomar conta da vida dos filhos, do marido, do pai, da mãe… e a nossa mala fica na estação…

O momento é esse, vamos identificar essa bagagem: ela é sua? Ótimo, então é hora de começar uma grande limpeza para jogar fora o lixo que não interessa e caminhar mais leve.

Agora, se o excesso de peso que você carrega vem de cargas alheias, chegou a hora de corajosamente devolvê-las aos interessados.

Não se intimide, tampouco fique com a consciência pesada por achar que a pessoa vai sucumbir ao fardo excessivo. Ao contrário, nesse momento você estará dando a ela a oportunidade de aprender a carregar a própria mala.

A vida assim compartilhada fica muito mais suave, pois os relacionamentos com bases mais justas e equânimes acabam se tornando mais amorosos, sem cobranças e a liberdade abre um grande espaço para a cumplicidade e o afeto.
Onde está a sua mala?

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Negativismo polui a casa, veja como afasta-lo!........



            Todos sabem que bebês e crianças têm um super "radar interior". Mesmo de longe, eles sabem muito bem o que está acontecendo com seus pais e no ambiente. Podemos mentir para elas sobre brigas e atos negativos. Mas, no fundo, elas sabem que há algo errado e registram tudo em sua memória.
            Por isso, muito cuidado com seus atos, palavras e até pensamentos diante dos filhos. Eles veem tudo, sentem tudo e gravam tudo de bom e de ruim. Eles sentem a vibração dos ambientes e das pessoas.
            Este radar interior faz parte do pacote chamado "ser humano". Todos nós sentimos as energias dos ambientes que visitamos ou moramos e das pessoas em nossa volta.
            É muito importante lembrar-se daquele ditado que diz: "Orai e Vigiai", pois tido o que pensamos e fazemos emite energia, que fica espalhada e registrada nos ambientes e Universos.
            O padrão vibratório de uma casa tem relação direta com a energia e o estado de espírito de seus moradores. Tudo o que pensamos e fazemos, as escolhas, os sentimentos, sejam bons ou ruins, são energias. O resultado reflete nos ambientes, pessoas e situações.
            Poluir a casa ou a empresa com energia negativa é muito fácil: basta você agir, pensar e viver negativamente 24 horas por dia por vários anos. Além de ter uma casa insuportável de viver, com certeza tudo na sua vida irá dar errado e você será a pessoa mais chata e infeliz do pedaço.
            O corpo é nossa primeira morada e nossa casa, sua extensão. É ela que nos acolhe, protege e guarda nossa história. Da mesma forma que limpamos, nutrimos e cuidamos da vibração de nosso corpo, devemos estender esses cuidados e carinhos ao lar. Mais que escolher o imóvel e enfeitá-lo com móveis e objetos - muitas vezes guiados apenas por modismos ou pura praticidade -, a elaboração da atmosfera de um ambiente é importante porque reflete a personalidade de seu dono, dando pistas sobre seus gostos, estilo de vida, história e sonhos.
            Há quem acredite que, colocando cristais, sinos de vento, fontes, espelhos e instrumentos do Feng Shui, atrairá bons fluídos e equilíbrio para dentro de casa. Mas, isso é muito pouco. A personalidade de um ambiente vai além. Ela é conseguida dia após dia, não apenas com técnicas, mas com pequenos atos de carinho e com muita energia boa.
            Além de atrair bons fluídos para nosso lar, temos todas as condições de criá-los no interior do ambiente. O conjunto de pensamentos, sentimentos, estado de espírito, condições físicas, anseios e intenções dos moradores fica impregnado no ambiente, criando o que se chama de egrégora.
            Você, com certeza, já esteve em uma residência ou ambiente onde sentiu um profundo bem-estar e sensação de acolhimento, independentemente da beleza, luxo ou qualquer outro fator externo. Essa atmosfera gostosa, sem dúvida, era dada principalmente pelo estado de espírito positivo de seus moradores.
            Infelizmente, hoje em dia, é muito mais corriqueiro entrarmos em ambientes que nos oprimem ou nos dão a sensação de falta de paz e, às vezes, até de sujeira, mesmo que a casa esteja limpa. A vontade é ir embora rapidamente, ainda que sejamos bem tratados. São locais poluídos energeticamente.

            O que poucos sabem é que as paredes, os objetos e a atmosfera da casa têm memória e registram as energias de todos os acontecimentos e do estado de espírito de seus moradores. Por isso, quando pensar na saúde energética de sua casa, tome a iniciativa básica e vital de impregnar sua atmosfera apenas com bons pensamentos e muita fé. Evite brigas e discussões desnecessárias. Observe seu tom de voz: nada de gritos e formas agressivas de expressão. Não bata portas e tente assumir gestos harmoniosos, cuidando de seus objetos e entes queridos com carinho.
            Não pense mal dos outros. Pragas, nem pensar! Selecione muito bem as pessoas que vão frequentar sua casa. Festas, brindes e comemorações alegres são bem-vindos porque trazem alegria e muita energia, mas cuidado com os excessos. Nada de bebedeiras e muito menos uso de drogas, que atraem más energias.
            Se você nutre uma mágoa profunda ou mesmo um ódio forte por alguém, procure ajuda para limpar essas energias densas de seu coração. Lembre-se que sua casa também pode estar contaminada. Aprenda a fazer escolhas e determine o que quer para sua vida e o ambiente onde mora: alegria, amor, paz, prosperidade, saúde, amizades, beleza.
            Reflita sobre como você vive em sua casa, no que pensa, como anda seu humor e reclamações do seu dia-a-dia. Tudo isto interfere no seu astral. Compartilhe e-mails com mensagens positivas, pois isso é colaborar com a disseminação da luz, abrindo corações, despertando consciências, contribuindo assim, para a transformação planetária.




POR:  CARLA  -  TERAPEUTA HOLÍSTICA

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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Xangô! O Orixá Rei........


QUINTA-FEIRA, 27 DE SETEMBRO DE 2012



Orixás são espíritos primordiais (em Iorubá, que em outras culturas recebem nomes variados, como anjos, deuses nórdicos, etc.), cujas lendas traduzem inúmeros aspectos psicológicos, físicos, espirituais, etc. Asreligiões afro-brasileiras mantêm cultos antigos, e muito conhecimento se retira para se elevar espiritualmente e conhecer a verdadeira magia da vida. Assim, em se tratando do Orixá Xangô, necessário se torna conhecer um pouco a seu respeito.

Orixá Xangô é considerado o deus da justiça, o deus da pedreira e da montanha, o deus da inteligência e da sabedoria, o deus da magia, o deus do fogo, o deus do raio e do trovão. É o deus da riqueza. É o mais forte entre os Orixás. Como todos os Orixás, é chamado de deus, por ser da hierarquia dos espíritos que governam as forças da natureza citadas que estão ligadas ao elemento fogo.
Assim, ele é o deus da justiça, por ser o equilíbrio, representado nas suas ferramentas: os Oxés (machados de duas faces). Na justiça, representa também o princípio da dualidade e junto ao equilíbrio. É o deus da pedreira e da montanha, que representa a rigidez no pensamento, na ação e na moral. É a prudência, a convicção, a certeza e a segurança. É a força a paciência e a dedicação.

É o deus da inteligência, por representar o pensamento lógico, a capacidade de abstração, o raciocínio, a memória, o conhecimento que muda, que ensina. É a determinação de conhecer e saber aplicar corretamente as práticas rituais magísticas. É a ligação entre o mundo espiritual e o mundo material.

É o deus do fogo, que é seu elemento. É o fogo controlado que é a magia. É a pedreira que quando atritada gera fogo. É o fogo que cria e que destrói. É o fogo da vida, do trabalho, da dedicação e da coragem. É o fogo dominado pela inteligência e pela magia. É o deus do raio que representa a ligação entre a terra e o céu, e que gera o fogo que destrói, o fogo que muda, o fogo que faz justiça. É no raio que é representada a mesma condição de ser o deus da magia, da ação e intervenção. É o poder das forças elétricas e magnéticas.

É a ligação entre o chakra base e o chakra coronário, o vermelho e o branco, que são as cores de suas contas, vestimentas e velas que são acesas.
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É o deus do trovão por representar a dominação pela magia e pela voz. É a imposição e a rigidez moral e a justiça. É o deus da riqueza, que representa o domínio da matéria pelo espírito, que é o princípio da aplicação da inteligência, do trabalho, da moral, da magia. É no domínio da matéria que tem a riqueza. É o rei e por suas regências, é o mais poderoso e forte na hierarquia espiritual.
Orixá Xangô é também conhecido como o Orixá comilão, que representa a fartura, a riqueza e o poder da opulência.
As cores relacionadas com Xangô são: vermelho e branco, que representam os dois extremos nos chakras do ser humano: o chakra base e o chakra coronário, respectivamente. Por serem os dois extremos, representam o equilíbrio e a dualidade, além da justiça. Também representa a ligação entre o mundo espiritual e o mundo material, ou a magia. Também, o domínio material pela inteligência, ou a riqueza. Em todas as suas características, ou dominações sobre o mundo material, suas cores mostram sempre a mesma interligação do poder, da inteligência, da justiça, do equilíbrio, e assim por diante. Em alguns casos, pode ser representado pela cor marrom, que representa a força sobre a terra, sobre os elementos da natureza, a magia.
Por ser do elemento fogo, a cor vermelha relacionada com o chakra base determina forte ativação sexual. Porém, como é o fogo controlado (a magia), é controlado nas atitudes materiais no equilíbrio com a espiritualidade.
A principal ferramenta de Xangô é o Oxé, que é o machado de dois gumes, que representa a dualidade, o equilíbrio, a justiça. Em sendo uma ferramenta de trabalho, o machado corta tudo nos dois sentidos, que representa o poder e a força que ultrapassa qualquer obstáculo, cortando a tudo que está à sua frente, e que mostra ser decidido. Outra ferramenta deXangô é o pilão, que esmaga a tudo que nele é colocado, representando a força física e espiritual, a magia, que a tudo transforma, assim como a justiça a quem intenta contra ele (ou seus protegidos).

A saudação para esse Orixá é: Caô Cabiecilê, que é muito traduzido como: permita-me vê-lo, majestade! De acordo com as lendas, Xangô era rei e o único Orixá que sabia ler e, portanto o mais poderoso, sábio, forte e imponente. E por isso sua saudação é essa. Adiante, quando for comentado sobre as lendas e suas relações com a magia, entender-se-á melhor essas lendas do ponto de vista da magia Elemental.
Geralmente, as vestimentas de Xangô e seus filhos trazem as cores relacionadas a ele, que são o vermelho, o branco, ou o marrom. Muitas vezes, linhas ou faixas douradas são postas nas roupas dos seus filhos (aqueles que trazem em si a energia vibratória e a necessidade de seguir e obter a proteção desse Orixá).
Os filhos de Xangô têm corpos largos, comem muito, têm pescoço curto, são inteligentes, são persistentes, embora impacientes, gostam de envolvimento com a espiritualidade, tendem a ser mais calados, são altivos, conseguem ter alguma estabilidade financeira, quando não a riqueza, são fortes, são um tanto sisudos, moralistas, justos, pensam alto, são decididos, são racionais, são viris, não gostam de mentiras, são generosos, são honestos, são quietos, são analisadores de tudo, são sempre vitoriosos e são saudáveis. Todo filho de Xangô tem a necessidade de fazer santo, ou pelo menos fazer uma grande obrigação.
No sincretismo, Xangô é o espírito cuja vibratória se apresenta nos Santos: São Jerônimo, São João e São Pedro. O primeiro é a força de Xangô que dá a inteligência de forma predominante. No segundo, São João, predomina a relação com o fogo que transforma, que muda: a fé e a flexibilidade. No terceiro, São Pedro, a característica predominante é a rigidez da pedra, a imponência das montanhas. Em todos os casos, as características se apresentam em maior ou menor grau, assim como no lado contrário.
Falando sobre o Orixá Xangô, várias informações mais precisas e detalhadas são encontradas no livro: XANGÔ, MEU PAI! O ORIXÁ REI.

Um abraço e que Deus os abençoe!
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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Arte e magia........


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Meditação O poder da àrvore..........




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