quinta-feira, 27 de setembro de 2012

ESPAÇO INTERIOR – Eckhart Tolle........


 




ESPAÇO INTERIOR – Eckhart Tolle
Ext. do livro EM COMUNHÃO COM A VIDA

Quando a consciência  não está mais totalmente absorvida pelo pensamento, parte dela permanece  no seu estado original, não  condicionado, sem forma. Esse é o espaço interior.
A vida da maioria das pessoas é um amontoado de desordenado de coisas: itens materiais, tarefas a fazer, questões as quais pensar. Esse tipo de vida se assemelha a história da  humanidade, definida Winston Churchill  “como uma maldita coisa atrás da outra”. A mente dessas pessoas é ocupada por um emaranhado de pensamentos, um nó após o outro. Essa é a dimensão da  consciência dos objetos, que é a realidade predominante de um grande número de indivíduos – e é por isso que a vida  deles é tão confusa. Essa consciência precisa ser  equilibrada pela consciência do espaço para que a sanidade retorne ao nosso planeta e a humanidade cumpra  seu destino. O surgimento da consciência do espaço é o próximo estágio da evolução da nossa espécie.
O sentido da consciência do espaço é que, além de estarmos conscientes das coisas – que sempre se resumem a percepções, pensamentos e emoções – existe um estado  subjacente de atenção. Isso quer dizer que temos consciência não apenas das coisas (objetos), como também do fato de que estamos conscientes. É o que  ocorre quando somos capazes de sentir um silêncio interior sempre alerta ao fundo  enquanto os eventos acontecem    no primeiro plano. Essa dimensão  está presente em todos nós. No entanto, para a maioria das pessoas, ela passa totalmente despercebida. Às vezes,  eu a aponto da seguinte maneira: “ Você é  capaz de sentir sua própria presença  ?
A consciência do espaço representa a liberdade tanto em relação ao ego quanto a dependência das coisas, do materialismo e da materialidade. Ela é a dimensão espiritual  que, sozinha, pode dar um significado verdadeiro e transcendente a este mundo.
Quando não estamos mais totalmente identificados com as formas , a consciência – quem   nós somos – se vê livre do seu  aprisionamento na forma .  Essa liberdade é o surgimento do espaço interior. Ele chega como um estado de silêncio e calma, uma paz sutil enraizada dentro de nós, mesmo diante de algo que parece mau – “ Isto também passará”. De repente existe espaço em torno do acontecimento. Há também espaço ao redor dos altos e  baixos emocionais, até mesmo da dor.  E, acima de tudo, existe espaço entre nossos pensamentos. Desse espaço emana uma paz que não é “desse mundo”, porque este mundo é forma, enquanto a paz é espaço. Essa é a paz de Deus.
Agora podemos desfrutar e estimar as coisas e os eventos sem lhes atribuir uma importância que eles não têm. Estamos em condições de participar da dança da criação e de ser ativos sem nos apegar aos resultados e sem impor exigências pouco razoáveis em relação ao mundo, como “satisfaça-me”,  “ faça-me feliz”,  “faça-me sentir seguro”,  “diga-me quem sou”.  O mundo não pode nos dar nada disso e, quando deixamos de ter essas expectativas, todo o sofrimento que nós mesmos criamos chega ao fim. Toda essa dor se deve à valorização exagerada  da forma  e à falta de consciência da dimensão do espaço interior. Quando esta dimensão está presente na nossa vida, podemos aproveitar as coisas, as experiências    e os prazeres sensoriais sem nos perdermos neles, sem nos apegarmos internamente a nada disso, isto é, sem nos tornarmos viciados no mundo.
Sempre que a dimensão do espaço se perde ou não é conhecida, as coisas assumem uma importância absoluta, uma seriedade e um peso que, na verdade elas não têm. Toda vez que o mundo não é visto da perspectiva do que não tem forma, ele se torna um lugar ameaçador e, em última análise, de desespero. O profeta do Antigo testamento sentiu isso quando escreveu: “ Todas as coisas se afadigam, e mais do que se possa dizer”.
Podemos descobrir o espaço interior criando lacunas no fluxo do pensamento. Sem elas, ele se torna repetitivo, desprovido de inspiração, sem nenhuma centelha criativa – e é assim que ele é para a maioria das pessoas. Não precisamos nos preocupar com a duração dessas lacunas. Alguns segundos bastam. Aos poucos elas  irão aumentar por si mesmas, sem nenhum esforço da nossa parte. Mais importante do que fazer com que sejam longas, é criá-las com freqüências  para que nossas atividades diárias  e nosso fluxo de pensamentos sejam  entremeados com espaços.
Tomar consciência da respiração faz com que a atenção se afaste do pensamento e produz espaço.
Tome consciência da sua respiração. Observe a sensação do ato de respirar. Sinta o movimento de entrada e saída do ar ocorrendo em seu corpo. Veja como o peito e o abdômen se expandem  e se contraem ligeiramente quando você inspira e expira. Basta uma respiração consciente para produzir espaço onde antes havia a sucessão ininterrupta  de pensamentos. Uma respiração consciente (duas ou três seria ainda melhor) feita  muitas vezes ao dia é uma maneira excelente de criar espaços   na sua vida. Mesmo que você medite sobre a sua respiração por duas horas ou mais, o que  é uma prática adotada por algumas pessoas, uma respiração basta para deixá-lo consciente. O resto são  lembranças ou expectativas, isto é , pensamentos. Na verdade,  respirar  não é algo que fazemos, mas algo que testemunhamos. A respiração acontece por si mesma. Ela é produzida pela inteligência inerente ao corpo. Portanto, basta observá-la. Essa atividade não envolve nem tensão nem esforço. Além disso, note a breve suspensão do fôlego – sobretudo no ponto de parada no fim da expiração – antes de começar a inspirar de novo.
Sempre que estamos aborrecidos  com algo que ocorreu, com alguém ou com uma situação, a verdadeira causa deste estado de ânimo não é o que aconteceu, nem a pessoa, nem a circunstância, mas a perda da verdadeira perspectiva que apenas o espaço pode oferecer. Estamos presos a  consciência  dos objetos, inconscientes do espaço interior atemporal da consciência  propriamente dita.
A consciência do espaço tem muito pouco haver com o estado de desorientação. Ambos estão além do nível  do pensamento . isso eles tem em comum. A diferença fundamental, contudo, é que, no primeiro caso, nos colocamos acima do nível do pensamento PONTO E VIRGULA no segundo, ficamos abaixo dele. Um é o próximo passo na evolução da consciência  humana PONTO E VIRGULA o outro, uma regressão a um estágio que superamos  eras atrás.
O  maior impedimento à descoberta do espaço interior, a principal barreira à descoberta daquele que tem  a experiência, é nos tornarmos tão subjugados pela experiência  que acabaremos perdidos nela. Isso significa que a consciência esta desorientada em seu próprio sonho. Somos arrebatados por todo pensamento, toda emoção e toda sensação, a tal ponto que, na verdade, nos encontramos num estado de sonambulismo. Essa tem sido a situação normal da humanidade por milhares de anos.
Quando ouvirmos falar de espaço interior, pode ser que comecemos a buscá-lo. No entanto, se fizermos isso como se estivéssemos  procurando um objeto ou uma experiência , não teremos sucesso. Esse é o dilema de todos aqueles que estão tentando alcançar a compreensão espiritual, ou iluminação. Por isso Jesus disse: “ O Reino de Deus não virá de um modo ostensivo. Nem se dirá: Ei-lo aqui PONTO E VIRGULA ou Ei-lo-ali. Pois o Reino de Deus está dentro de vós.”
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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Dança Cigana


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Egrégora......





Egrégora, ou egrégoro para outros, (do grego egrêgorein, Velar, vigiar), é como se denomina a entidade criada a partir do coletivo pertencente a uma assembléia.
Segundo as doutrinas que aceitam a existência da egrégora, estes estão presentes em todas as coletividades, sejam nas mais simples associações, ou mesmo nas assembléias religiosas, gerado pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade. Assim, todos os agrupamentos humanos possuem suas egrégoras característicos: as empresas, clubes, igrejas, famílias, partidos etc., onde as energias dos indivíduos se unem formando uma entidade (espírito) autônomo e mais poderoso (egrégora), capaz de realizar no mundo visível as suas aspirações transmitidas ao mundo invisível pela coletividade geradora. Em miúdos, uma egrégora participa ativamente de qualquer meio, físico ou abstrato.
Quando a energia é deliberadamente gerada, ela forma um padrão, ou seja, tem a tendência de se manter como está e de influenciar o meio ao seu redor. No mais, as egrégoras são esferas (concentrações) de energia comum. Quando várias pessoas tem um mesmo objetivo comum, sua energia se agrupa e se "arranja" numa egrégora. Esse é um conceito místico com vínculos muito próximos à teoria das formas-pensamento, onde todo pensamento e energia gerada têm existência, podendo circular livremente pelo cosmo. EGRÉGORA No Apocalipse, João faz os Anjos responsáveis pelas Nações intervirem, porque somos responsáveis pelos erros coletivos cometidos. Ninguém pode lavar as mãos, como fez Pilatos: guerras, fomes, massacres diminuem nossa liberdade, porque participamos da egrégora da terra; da mesma forma que os genes de nossa hereditariedade marcam a história de nosso corpo. Segundo a Bíblia, cidades inteiras foram punidas por causa de sua egrégora envenenada.
Phaneg escreveu: "Todo coletivo constitui na verdade uma família no espiritual e tem seu chefe. É a este chefe que o Espírito fala..." A egrégora se realimenta das mesmas emoções que a criaram. Como ser vivo, não quer morrer e cobra o alimento aos seus genitores, induzindo-os a produzir, repetidamente, as mesmas emoções. A egrégora criada com intenções saudáveis, tende a induzir seus membros a continuar sendo saudáveis. A egrégora de felicidade, procura "obrigar" seus amos a permanecer sendo felizes. Dessa forma, vale aqui a questão: quem domina a quem? Conhecendo as leis naturais, você canaliza forças tremendas, como o curso de um rio, e as utiliza em seu benefício. É só associar-se a egrégoras positivas. Nesse caso, sua vida passaria a fluir como uma embarcação a favor da correnteza. Isso é fácil de se conseguir. Se a egrégora é produzida por grupos de pessoas, basta você se aproximar e freqüentar as pessoas certas: gente feliz, descomplicada, saudável, de bom caráter, boa índole. Mas também com fibra, dinamismo e capacidade de realização; sem vícios nem mentiras, sem preguiça ou morbidez. Uma vez obtido o grupo ideal, todas as egrégoras geradas ou nas quais você penetre, vão induzi-lo à saúde, ao sucesso, à harmonia e à felicidade.
Os antigos consideravam a egrégora um ser vivo, com força e vontade próprias, geradas a partir dos seus criadores ou alimentadores, porém independente das de cada um deles. Para vencê-la ou modificá-la, seria necessário que todos os genitores ou mantenedores o quisessem e atuassem nesse sentido. Acontece que, como cada um individualmente está sob sua influência, praticamente nunca se consegue superá-la. Michèle Séguret O que é uma Egrégora? Egrégora é uma forma pensamento que é criada por pensamentos e sentimentos, que adquire vida e que é alimentada pelas mentalizações e energias psíquicas. É uma entidade autônoma que se forma pela persistência e intensidade de correntes emocionais e mentais. Pensamentos e sentimentos fracos criam egrégoras mal definidos e de pouca vida ou duração, porém pensamentos e sentimentos fortes criam egrégoras poderosíssimos e de longa duração. Existem egrégoras positivos que protegem, atraem boas energias e afastam cargas negativas, e egrégoras negativos que fortalecem o mal, canalizam forças negativas e repelem forças positivas. O egrégora pode ser coletivo ou pessoal. Locais sagrados como Aparecida, Lourdes e Fátima, têm egrégoras poderosíssimos, formados pela fé e mentalizações dos devotos, que acumulam as energias psíquicas dos fiéis, e quando alguém consegue canalizar para si as energias psíquicas acumuladas no egrégora, provoca o conhecido milagre.
Esta é a explicação oculta da realização de grande parte dos milagres que acontecem. Os locais possuem egrégoras formados pelas energias psíquicas de seus freqüentadores. O egrégora pessoal é formado pelas energias psíquicas da pessoa e principalmente pelos seus pensamentos. Assim, uma pessoa psiquicamente equilibrada e com pensamentos positivos, cria um egrégora positivo. Do mesmo modo, uma pessoa desequilibrada emocionalmente e negativa cria um egrégora negativo. Nossa alma, nosso psico-mental agregado ao nosso corpo físico, está sujeito a esta mesma lei. Uma alma boa, alegre e positiva atrai mais alegria felicidade e sorte. Uma alma rancorosa, triste e negativa, por outro lado, atrai mais rancor, tristeza, sofrimento e azar. Observe os acontecimentos na vida: desgraça pouca é bobagem, uma desgraça atrai outra desgraça em seguida; uma pessoa negativa só atrai pessoas problemáticas; para quem é realmente positivo tudo dá certo; dinheiro atrai dinheiro; amor atrai amor, quando amamos alguém mais pessoas aparecem atraídas pelo nosso amor; azar atrai mais azar, intrigas mais intrigas, brigas mais brigas, e assim por diante. Nós possuímos dentro de nós o dínamo gerador de todas nossas alegrias e tristezas, a mente. A mente é o limite de nossas possibilidades, poderemos ser o que a mente determinar que sejamos. Poderemos ter saúde, alegria, felicidade, sorte e amor, basta usar o poder da mente.
Nós somos primeiro o que pensamos ser, e depois o que sentimos e o que agimos na vida. Esta é a chave que abre as portas para uma vida plena de sucessos e evolução. Nós somos o que nós pensamos, e um pensamento positivo cria um egrégora positivo, que aliado ao egrégora, atrai forças positivas que ajudam no dia a dia, no aperfeiçoamento pessoal, social e profissional. Gradativamente nosso destino é mudado para melhor pela transformação pessoal, e o que falamos ou desejamos como mérito e direito passa a acontecer, e assim, nossos objetivos são sempre conseguidos. Saúde, emprego, felicidade, equilíbrio, paz, sucesso, amor, entre outros, são objetivos perfeitamente atingíveis, se criarmos um egrégora forte e se nossa mente realmente conduzir o processo com todo o seu potencial. Prof. Adhemar Ramos Egrégora A literatura esotérica costuma se referir às egrégoras como formas-pensamento, mas essa denominação (mormente dada pela Teosofia) nem sempre é correta. Egrégoras são entidades artificialmente criadas. Mas é preciso explicar que essa criação pode ser de forma inconsciente ou de forma intencional e consciente, e explicarei a diferença entre ambas. Dentro do próprio cristianismo atual também acontece o mesmo, especialmente na figura de seu ícone maior que é Jesus Cristo. Não estamos discutindo se Jesus, o Cristo existiu historicamente.
Jesus é uma egrégora de um poder fantástico porque é energia plasmada pela devoção fervorosa de milhões de seguidores durante dois milênios. Uma egrégora assim tem força para produzir efeitos físicos (normalmente seriam os chamados milagres, mas que na verdade são aplicações de algumas Leis Universais que ainda não foram devidamente compreendidas), tem força para inclusive se tornar visível, daí muitas das ditas aparições. Mas existem as egrégoras criadas de forma intencional e com finalidade definida. Note-se que no caso das egrégoras religiosas foram precisos muitos e muitos anos para que essa energia se plasmasse, porque até então era quase que uma energia errante que foi se "solidificando" aos poucos. Fonte: Miguel Mateus A Visão de Hermes Isso significa dizer que qualquer aglomerado humano, seja um pequeno grupo de pessoas, uma cidade ou mesmo um país tem sua egrégora, sua sua alma coletiva, como preferimos denominar. A Egrégora pode ser definida como uma energia resultante da união ou da soma de várias energias individuais. Ela é formada pelo afluxo dos desejos e aspirações individuais dos membros daquele grupo. Um exemplo é o amor familiar que gera um fenômeno espiritual que mantém a união da família, cria a empatia entre essas pessoas, etc.
Toda vivenciação transpessoal provinda da egrégora é perturbadora, pois solta em nós uma voz muito mais poderosa que a nossa. Ela fala por meio de símbolos primordiais como se tivesse mil vozes; comove, subjuga elevando o sentimento de fraqueza humana à esfera do contínuo devir, eleva o destino pessoal ao destino da humanidade. Por esta razão é muito importante - bom e suave - que os iniciados vivam em união - em irmandade - pois a convivência fraternal gera e mantém a egrégora forte e saudável, capaz de rejeitar energias negativas e gerar um inefável saber. Assim, a egrégora é a alma coletiva evocando um poder invisível, porém eficaz e plenamente sentido pelos integrantes de um corpo de estudo. É um princípio de vida e um misterioso centro energético que se manifesta através da intuição e está à disposição dos verdadeiros iniciado.
Captar a egrégora é captar o verdadeiro poder da fraternidade humana e por isso o desejo das sublimes instituições ecléticas e universalistas em ver todos os homens vivendo como irmãos confluenciando para uma só e divina egrégora terrena. Platão nos deixou além do próprio conteúdo, um ritual, um método para atingirmos a consciência coletiva de uma verdade axiomática, inicialmente buscada, debatida e posteriormente intuída “como luz que acende de uma simples fagulha”. Este o caminho platônico para se atingir as realidades últimas e supremas cantadas pela voz universal! Por FERNANDO CÉSAR GREGÓRIO Solange Christtine Venturawww.curaeascensao.com.br

©2011 Solange Christtine Ventura Esta mensagem pode ser compartilhada com outras pessoas desde que os direitos autorais sejam respeitado citando o autor e o link:http://www.curaeascesao.com.brObrigado por incluir o link do website quando compartilhar esta Mensagem com outros.
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Alquimia.......


ALQUIMIA


A verdadeira alquimia se processa no interior do ser.
A transformação do chumbo em ouro significa a transformação de nossos defeitos, nossas imperfeições, nossas falhas, em novos acertos, perfeições e aprendizado constante rumo ao burilamento de nosso ego personalidade, nossa consciência anímica e a expansão gradual de nosso Mental Superior.
Alquimia do ego significa estar acima dele, abandonando-o em favor de nosso Eu Imortal, nosso Eu Sou, nosso infinito em eternidade e amor.
A alquimia das trevas se transmuta em luz, luz de discernimento, luz que nos indica o Caminho para o alto de nossa montanha Crística.
Que possamos alquimizar mágoas e ressentimentos em perdão e altruístas comprometimentos.
Que possamos alquimizar lágrimas em sorrisos de reconhecimento e gratidão das imensas dádivas que nos são ofertadas no nosso cotidiano; que essas lágrimas sejam alquimizadas para compor um lindo diadema de diamantes concernentes às virtudes praticadas e adquiridas em grau sempre ascendente e permanentes.
Que possamos alquimizar em nós a correria do mundo, a confusão generalizada, em momentos de serenidade e silencio, em ricos instantes de reflexão que nos permite ouvir a voz de Deus em nossa consciência.
Alquimizar a indiferença egóica em inclusão social, familiar e planetária em ação e sentimento cujo poder de reerguer e transformar cada ser que de nós se acerca pelas portas de nossa percepção se torne invisível porém efetivo como potencialidade no cultivo de novas sementes planetárias e cósmicas.
Alquimizar a ignorância em conhecimento espiritual, proporcionando através de nosso silente exemplo as oportunidades de elevação e crescimento daqueles que nos estão mais próximos na humildade e inteireza de nosso Ser.
Alquimizar as prisões conceituais e as limitações em liberdade de espírito, em pensar autônomo e independente, em sentimentos sublimes, em empreendorismo sempre positivo, afastando de nossa mente todo e qualquer pensamento restritivo ou negativo, tendo sempre a certeza de que podemos muito mais, a certeza de que somos Filhos de Deus e que, portanto, tudo se nos torna possível quando combatemos a nossa inércia e nos lançamos à ação respaldada pelos sinceros desejos do coração.
Assim, alquimizar significa transgredir nossos estreitos limites em expansão consciencial, em autosuperação e autoconhecimento, alargar gradativa e sistematicamente a nossa capacidade de amar, perdoar, relevar, reconsiderar, aprender todos os dias e momentos através da ação exterior em concomitante observação de nosso comportamento interior que assim pode driblar a dualidade de nossa vida conduzindo-nos à unicidade com o todo, com Deus, na fraternidade imprescindível com todos os seres que conosco compartilham o universo.
A alquimia maior consiste em transmutar a nossa consciência comezinha em incursões pelas realidades interdimensionais superiores no reino dos céus, do amor incondicional, da realização de todos no infinito de cada Um.



Ivanildo Falcão da Gama

emamoreluz@gmail.com – www.supraconsciencia.blogspot.com

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Autoconhecimento; Base da Sabedoria, Libertação...


Autoconhecimento; Base da Sabedoria, Libertação

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quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Adi-Shakti........

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UMA MANDALA PARA CADA SIGNO - Por Dalla Blog...



Para Áries uma explosão de vermelho, cor que simboliza vitalidade e ambição. O vermelho estimula a confiança em si mesmo, a coragem e uma atitude proativa diante da vida. Mas é preciso parcimônia. Se estamos rodeados de muito vermelho, ele pode influir-nos negativamente e deixar-nos irritáveis, impacientes e inconformistas.
Palavras-chave - Iniciativa, competitividade, dinamismo, energia.
 
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Para Touro uma mandala em tons de verde, ocre, marrom e dourado. Touro é a abundância, a riqueza que a terra produz. O verde tem uma forte afinidade com a natureza e nos conecta com ela. É a cor que procuramos instintivamente quando estamos deprimidos, cria um sentimento de conforto e relaxamento, de calma e paz interior, que nos faz sentir equilibrados interiormente.
Os tons de ocre e marrom são a cor da Mãe Terra, nos trazem a sensação de estabilidade, afastam a insegurança. Combinado com o dourado, que equilibra a mente e está associado à abundância.
Palavras-chave: Praticidade, preservação, produtividade, conforto.
 
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Para Gêmeos a cor de Mercúrio: o amarelo. Cor associada ao intelecto, ao raciocínio e à expressão de nossos pensamentos. Clareia a memória e as idéias, Fortalece o poder de discernir e a capacidade de julgar. Também nos ajuda a assimilar as idéias inovadoras, e contribui para a habilidade de ver e compreender os diferentes pontos de vista.
Cinza e prata equilibram, fortalecem a tenacidade e a versatilidade. São cores que também estimulam o cérebro.
Palavras-chave: Comunicação, sociabilidade, curiosidade, adaptabilidade.
 
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Câncer traz a força da Lua em tons de branco, cinza, prata e pérola. Para favorecer a parte feminina e emocional, os aspectos sensíveis da mente. O prateado é a cor da Lua, que está sempre mudando. Harmoniza, pacifica, é uma cor que ajuda a limpar-nos interiormente.

A cor branca representa a pureza. É a cor mais protetora, contribui à paz e ao conforto, alivia a sensação de desespero e de choque emocional, ajuda a limpar e aclarar as emoções, os pensamentos e o espírito.

Palavras-chave: Acolhimento, emoção, memória, hereditariedade.
 
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Leão é dourado, laranja, amarelo, solar. Cores alegres, anti-depressivas, que liberam a insegurança e as emoções negativas, renovam a fé na vida.
O dourado, assim como o amarelo, está associada ao sol, à abundância (riquezas) e ao poder. Também está relacionada com os grandes ideais, a nobreza, a sabedoria e os conhecimentos. É uma cor que revitaliza a mente, as energias e a inspiração, afasta os medos e as coisas supérfluas.
Palavras-chave: Alegria, liderança, auto-estima, prazer de viver.
 
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A mandala de Virgem tem azul marinho, marrom e amarelo, as cores de Gaia. Os tons de azul escuro estimulam a sede de conhecimento, a integridade, o poder e a seriedade. Os amarelos-terra inspiram estabilidade e a praticidade, afastam a insegurança.
Mercúrio também é regente de Virgem com seu amarelo intelectual, que auxilia a discernir e discriminar. É a cor da inteligência.
Palavras-chave: Aprimoramento, critério, organização, prestação de serviços.
 
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Libra é rosa, a cor do amor. E azul, a cor do equilíbrio. O rosa é uma cor emocionalmente descontraída, que influi nos sentimentos convertendo-os em amáveis, suaves e profundos. Favorece carinho, amor e proteção, sensibilidade. Está relacionado ao amor altruísta e verdadeiro.
O azul é uma cor tranqüilizante, que se associa com a parte mais intelectual da mente, assim como o amarelo. Nos acalma diante do alvoroço das atividades diárias. Também é aconselhável contra a insônia. Ajuda a controlar a mente, traz clareza de idéias, lealdade, confiança, sabedoria, generosidade, e entendimento.
Palavras-chave: Senso estético, elegância, diplomacia, parcerias.
 
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Escorpião também é vermelho, mais escuro e intenso, que simboliza a atração, o amor, a paixão e desejo. Vermelho também é poder, garra e confiança.
Tons de violeta e roxo trazem mudança, transmutação. São cores do mais alto nível espiritual e mental, tem um efeito de limpeza para os transtornos emocionais. 
Palavras-chave: Perspicácia, transformação, profundidade, concentração.
 
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Uma mandala descontraída para Sagitário, que quer a liberdade do magenta. Quando uma pessoa se sente desanimada ou preocupada por sua situação, ou quando se sente brava ou frustrada, a cor magenta acalma esses sentimentos e deixa que seu espírito emerja. Também estimula a generosidade, a criatividade e a independência. 
Roxos e azuis também inspiram a espiritualidade, a expansão, a proteção psíquica.
Palavras-chave: Expansão, gosto por viagens e aventuras, entusiasmo.
 
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Capricórnio vem com a sobriedade do preto, do cinza grafite e dos tons de terra, numa mandala rica em detalhes. Cores que inspiram austeridade, vida interior, previsão e ordem. O preto é ao mesmo tempo cor de proteção e mistério. Está relacionado com o silêncio e o infinito. 
Os laranjas, beges e terra também estimulam a mente, inspiram praticidade, abundância e organização.
Palavras-chave: Capacidade empreendedora, perseverança, sucesso, maturidade.
 
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A cor azul turquesa está associada ao signo de Aquário. É uma cor envolvente, refrescante e tranqüilizante.

O turquesa é aconselhável para o estresse mental, o cansaço e o desejo de purificar-se. É uma cor que nos anima a começar de novo com forças renovadas e idéias novas. Boa para momentos em que nos sentimos sozinhos, nos ajuda a ser mais comunicativos, sensíveis e criativos. Estimula a sede de conhecimento, o mental, a generosidade, saúde, cura, frescor e limpeza.

Palavras-chave: Criatividade, originalidade, ousadia, independência.
 
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A mandala de Peixes traz tons de índigo, violeta e verde-água. Estas cores têm um profundo efeito sobre a mente e são utilizadas pelos psiquiatras para acalmar e tranqüilizar os pacientes que sofrem problemas mentais e nervosos.
O índigo é uma cor muito poderosa para a psíque. É um estimulante para a imaginação e a intuição. Também nos conecta com os impulsos musicais e artísticos, o mistério, a sensibilidade, a beleza e os grandes ideais - inspirando-nos sensibilidade, espiritualidade e compaixão.
O escuro azul da meia-noite age como um forte sedativo sobre a mente, permitindo-nos conectar com nossa parte feminina e intuitiva. O azul-marinho nos faz sentir descontraídos e calmos, como o imenso e escuro mar durante a noite. 
Palavras-chave: Inspiração, sensibilidade, imaginação, compaixão.
 
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(Observação: as mandalas são apenas sugestões artísticas para os signos e obviamente podem ser substituídas. Todas foram criadas com base em e 16 lados, que são números relacionados àabundância e à espiritualidade.)
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Fonte: Dalla Blog - http://www.marcelodalla.com
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